Gaste sua vida por causa do Céu. Há uma passagem na Bíblia chamada o "Bom Samaritano" (cf. Lucas 10,25-37). Nela está escrito que este homem [bom samaritano] encontrou um doente na estrada, cuidou dele e o levou para a hospedaria e lá ele continuou cuidando do enfermo. Mas houve um momento em que teve de partir. Então, ele deu dois denários para que cuidassem do enfermo, dizendo que se faltasse algo daria ao voltar.
Santo Agostinho diz que este "Bom Samaritano" é Jesus e que o "dono da hospedaria" somos nós, e que o que "gastarmos" com os demais, Ele, o Senhor, nos pagará na vinda d’Ele. Ele lhe pagará a mais, por isso, gaste a sua vida pelo Reino de Deus, pelos próximos. Consuma-se por inteiro!
Deus o abençoe!
Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova
terça-feira, 9 de outubro de 2012
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
SANTO DO DIA: São Luis Beltran
Luis Beltran nasceu em Valência (Espanha) em 1526, e foi o tipo de jovem aventureiro, aberto aos desafios. Obediente a voz do Senhor, venceu a oposição do pai e ingressou na Ordem Dominicana para ser sacerdote.
Com passos largos em direção à santidade (tinha apenas 23 anos quando recebeu a ordenação sacerdotal), assumiu a importante função de mestre dos noviços, até que decidiu aventurar-se na evangelização do novo mundo. Na Colômbia, Luis Beltran muito se ocupou com a salvação das almas, sem descuidar de profetizar e denunciar as injustiças cometidas contra os indígenas e posteriormente contra os negros escravos.
O preço da conversão de milhares de indígenas espalhados por toda Colômbia foi o sofrimento promovido por exploradores espanhóis. Por duas vezes procuraram envenená-lo e em outras quatro ocasiões o assaltaram ameaçando-o de morte. São Luis não se deixou amedrontar e só voltou para a Espanha pela obediência aos superiores e com a intenção de melhor recrutar e formar apóstolos para a evangelização da América.
Este bondoso amigo de todos assumiu cargos de direção na Ordem Dominicana, exerceu com grande eficácia o ministério da pregação, chegando a operar inúmeras conversões e alcançar milagres. No ano de 1569 São Luis, já na Espanha como formador de futuros missionários, pôde partilhar com palavras o que viveu nas inúmeras missões. Ensinava que a arma mais eficaz na conversão das almas é uma intensa vida de oração e de muito sacrifício, e que a pregação necessita de ser acompanhada pelas boas obras, caso contrário, o mau exemplo destruiria de maneira fatal a proclamação da Boa Nova.
São Luis Beltran faleceu em Valência no ano de 1581, com 56 anos de idade. A tal ponto enriqueceu o povo e a Igreja com sua vivência missionária que o próprio pai, antes de morrer, declarou-lhe: "Meu filho, uma das coisas que mais me afligiu na vida foi ver-te frade, mas hoje, o que me consola é saber-te frade!"
São Luis Beltran, rogai por nós!
Com passos largos em direção à santidade (tinha apenas 23 anos quando recebeu a ordenação sacerdotal), assumiu a importante função de mestre dos noviços, até que decidiu aventurar-se na evangelização do novo mundo. Na Colômbia, Luis Beltran muito se ocupou com a salvação das almas, sem descuidar de profetizar e denunciar as injustiças cometidas contra os indígenas e posteriormente contra os negros escravos.
Este bondoso amigo de todos assumiu cargos de direção na Ordem Dominicana, exerceu com grande eficácia o ministério da pregação, chegando a operar inúmeras conversões e alcançar milagres. No ano de 1569 São Luis, já na Espanha como formador de futuros missionários, pôde partilhar com palavras o que viveu nas inúmeras missões. Ensinava que a arma mais eficaz na conversão das almas é uma intensa vida de oração e de muito sacrifício, e que a pregação necessita de ser acompanhada pelas boas obras, caso contrário, o mau exemplo destruiria de maneira fatal a proclamação da Boa Nova.
São Luis Beltran faleceu em Valência no ano de 1581, com 56 anos de idade. A tal ponto enriqueceu o povo e a Igreja com sua vivência missionária que o próprio pai, antes de morrer, declarou-lhe: "Meu filho, uma das coisas que mais me afligiu na vida foi ver-te frade, mas hoje, o que me consola é saber-te frade!"
São Luis Beltran, rogai por nós!
sábado, 6 de outubro de 2012
Nota da CNBB para eleições 2012
As eleições municipais têm uma característica própria em relação às demais por colocar em disputa os projetos que discutem sobre os problemas mais próximos do povo: educação, saúde, segurança, trabalho, transporte, moradia, ecologia e lazer.
“Trata-se de um processo eleitoral com mais participação da população porque os candidatos são mais visíveis no cotidiano da vida dos eleitores”, destaca a nota.
Desde modo, a Igreja Católica no Brasil orienta para que seus fiéis estejam atentos aos valores que definem o perfil de seus candidatos.
“Estes devem ter seu histórico de coerência de vida e discurso político referendados pela honestidade, competência, transparência e vontade de servir ao bem comum. Os valores éticos devem ser o farol a orientar os eleitores, em contínuo diálogo entre o poder local e suas comunidades”, reforça a CNBB.
Dom Damasceno espera que os políticos cumpram seu cargo recebido através de um gesto de confiança de seus eleitores, com responsabilidade e a serviço da comunidade.
“A política é uma das forças mais sublimes do exercício da caridade, do amor. O político verdadeiro é aquele que se coloca 24 horas por dia a serviço do bem do país, não aquele que faz da política um meio de se enriquecer, de apenas atender o interesse de seus grupos, exercendo uma política fisiológica e corporativista, mas aquele que pensa no bem da sociedade, especialmente dos mais pobres e necessitados”, reforça Dom Damasceno.
O episcopado brasileiro recordou ainda o importante instrumento contra a corrupção que foi a aprovação da Lei da Ficha Limpa, um passo importante para “colocar fim à corrupção, que ainda envergonha o nosso país”.
“Há um desejo de toda a população de que a Ficha Limpa não seja aplicada só aos políticos, só aos candidatos a prefeito e vereador, mas todos aqueles que vão ocupar um cargo. O bom prefeito, bom vereador deve escolher também colaboradores competentes, honestos, capazes de ajudá-lo no exercício de sua função”, esclarece ainda Dom Damasceno.
“Trata-se de um processo eleitoral com mais participação da população porque os candidatos são mais visíveis no cotidiano da vida dos eleitores”, destaca a nota.
Desde modo, a Igreja Católica no Brasil orienta para que seus fiéis estejam atentos aos valores que definem o perfil de seus candidatos.
“Estes devem ter seu histórico de coerência de vida e discurso político referendados pela honestidade, competência, transparência e vontade de servir ao bem comum. Os valores éticos devem ser o farol a orientar os eleitores, em contínuo diálogo entre o poder local e suas comunidades”, reforça a CNBB.
Dom Damasceno espera que os políticos cumpram seu cargo recebido através de um gesto de confiança de seus eleitores, com responsabilidade e a serviço da comunidade.
“A política é uma das forças mais sublimes do exercício da caridade, do amor. O político verdadeiro é aquele que se coloca 24 horas por dia a serviço do bem do país, não aquele que faz da política um meio de se enriquecer, de apenas atender o interesse de seus grupos, exercendo uma política fisiológica e corporativista, mas aquele que pensa no bem da sociedade, especialmente dos mais pobres e necessitados”, reforça Dom Damasceno.
O episcopado brasileiro recordou ainda o importante instrumento contra a corrupção que foi a aprovação da Lei da Ficha Limpa, um passo importante para “colocar fim à corrupção, que ainda envergonha o nosso país”.
“Há um desejo de toda a população de que a Ficha Limpa não seja aplicada só aos políticos, só aos candidatos a prefeito e vereador, mas todos aqueles que vão ocupar um cargo. O bom prefeito, bom vereador deve escolher também colaboradores competentes, honestos, capazes de ajudá-lo no exercício de sua função”, esclarece ainda Dom Damasceno.
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
Dez dicas para chegar a Santidade
1. Dedicar um tempo para a oração todos os dias
Temos que orar a Nosso Senhor Jesus Cristo para descobrirmos a sua santíssima vontade. Na oração, conhecemos melhor a Deus e a nós mesmos. Devemos ser generosos e dedicar 30 ou 15 minutos de oração, contemplação ou meditação. A oração bem feita ajuda-nos a começarmos o dia dispostos a reavivar a fé e o amor. “Quem reza se salva, quem não reza se condena”. (Santo Afonso Maria de Ligório).
2. Escolher uma intenção para cada dia
Oferecer as orações, os esforços e os trabalhos do dia. Podem ser intenções particulares como por uma pessoa doente, pela conversão dos pecadores ou pela santificação dos que dedicam à salvação das almas. Quando nos concentramos numa intenção concreta, se torna mais fácil rezar.
3. Rezar o Terço ou o Rosário todos os dias
Ao rezarmos o terço ou o rosário todos os dias, confiamos mais diretamente na presença e no auxilio de Nossa Senhora. Assim no rosário meditamos os principais mistérios de nossa fé. Os frutos de nossas orações − fortalecimento na prática do bem, abnegação, paz, percepção e distinção entre o que é bom e o que é ruim, o que é verdadeiro e o que é falso − dependem do modo como se reza.
4. Ler todos os dias um livro de piedade (de preferência escrito por um santo) ou comentários da Sagrada Escritura feitos por um dos santos Padres da Igreja (São João Crisóstomo, Santo Agostinho, São Tomás de Aquino, etc). (Lectio Divina)
A doutrina da Igreja deve ser o alimento principal de nossa vida de oração. Os ensinamentos dos santos é a luz que deve nos guiar na estrada para a felicidade eterna. Há pessoas que sabem mais de futebol, de novela, de internet do que de Nosso Senhor Jesus Cristo e da sua Igreja.
5. Conhecer os mandamentos e as promessas que Deus fez ao seu povo
Todo católico deve saber discorrer sobre os Dez Mandamentos. Quem conhece e medita os mandamentos e as promessas de Nosso Senhor sabe como discernir a verdade e o erro, e poderá evitar o pecado, com a intenção de agradar a Deus.
6. A confissão frequente
O sacramento da Confissão ajuda-nos a manter pura e limpa nossa alma e a não relaxar no nosso combate contra o pecado. Ajuda-nos a vencer nossos vícios mais enraizados e a formar melhor nossa consciência. Aquele que percebe o valor da confissão, na qual são perdoados nossos pecados, é mais robusto na fé e mais penitente.
7. Fazer mortificações
A mortificação é necessária porque ajuda a dominar os instintos humanos que tantas vezes arrastam ao pecado. Convém observar as ocasiões que se tem durante o dia para fazer alguma renúncia. Todo sacrifício suportado por amor de Deus durante o dia se transforma em salvação para muitas almas. O jejum é um meio simples e eficaz de por em prática este espírito de penitencia e renúncia por um bem maior. Por exemplo, livrar-se de um defeito ou um vício.
8. A caridade para com o nosso próximo
O verdadeiro amor ao próximo nos torna mais semelhante a Nosso Senhor Jesus Cristo. E o bom exemplo é o principal meio de praticá-lo.
9. Fazer pequenos atos de humildade
Toda pessoa tem tendência para a soberba, para exagerar as suas qualidades perante os outros. A humildade é a virtude que leva a pessoa a não se comparar com os outros e reconhecer, sem cobiça, os autênticos predicados daqueles que a rodeiam, tributando-lhes a atenção e as honras proporcionadas.
10. Exame de consciência diário
Através do exame de si próprio é possível o conhecimento daquilo que anima e dá contentamento na prática do bem, assim como o conhecimento dos defeitos e dos vícios que impelem à sensualidade, ao amor egoístico (mania de se considerar como centro das atenções). É importante terminar o exame de consciência com um pequeno ato de contrição pedindo a Deus o seu perdão e sua misericórdia pelas faltas que cometidas ao longo do dia.
Ato de Contrição
Ó meu Deus, eu vos agradeço todos os favores que me concedestes. Perdoai minhas infidelidades. Tende Piedade de Mim, sou pecador. Quero fazer todo o esforço de não mais pecar e amar-Vos com um fervor sempre crescente. Essa graça eu Vo-la peço por intermédio de Maria Santíssima, Vossa e nossa Mãe. Amém.
Fonte: Confraria dos Penitentes de S. João Batista
Temos que orar a Nosso Senhor Jesus Cristo para descobrirmos a sua santíssima vontade. Na oração, conhecemos melhor a Deus e a nós mesmos. Devemos ser generosos e dedicar 30 ou 15 minutos de oração, contemplação ou meditação. A oração bem feita ajuda-nos a começarmos o dia dispostos a reavivar a fé e o amor. “Quem reza se salva, quem não reza se condena”. (Santo Afonso Maria de Ligório).
2. Escolher uma intenção para cada dia
Oferecer as orações, os esforços e os trabalhos do dia. Podem ser intenções particulares como por uma pessoa doente, pela conversão dos pecadores ou pela santificação dos que dedicam à salvação das almas. Quando nos concentramos numa intenção concreta, se torna mais fácil rezar.
3. Rezar o Terço ou o Rosário todos os dias
Ao rezarmos o terço ou o rosário todos os dias, confiamos mais diretamente na presença e no auxilio de Nossa Senhora. Assim no rosário meditamos os principais mistérios de nossa fé. Os frutos de nossas orações − fortalecimento na prática do bem, abnegação, paz, percepção e distinção entre o que é bom e o que é ruim, o que é verdadeiro e o que é falso − dependem do modo como se reza.
4. Ler todos os dias um livro de piedade (de preferência escrito por um santo) ou comentários da Sagrada Escritura feitos por um dos santos Padres da Igreja (São João Crisóstomo, Santo Agostinho, São Tomás de Aquino, etc). (Lectio Divina)
A doutrina da Igreja deve ser o alimento principal de nossa vida de oração. Os ensinamentos dos santos é a luz que deve nos guiar na estrada para a felicidade eterna. Há pessoas que sabem mais de futebol, de novela, de internet do que de Nosso Senhor Jesus Cristo e da sua Igreja.
5. Conhecer os mandamentos e as promessas que Deus fez ao seu povo
Todo católico deve saber discorrer sobre os Dez Mandamentos. Quem conhece e medita os mandamentos e as promessas de Nosso Senhor sabe como discernir a verdade e o erro, e poderá evitar o pecado, com a intenção de agradar a Deus.
6. A confissão frequente
O sacramento da Confissão ajuda-nos a manter pura e limpa nossa alma e a não relaxar no nosso combate contra o pecado. Ajuda-nos a vencer nossos vícios mais enraizados e a formar melhor nossa consciência. Aquele que percebe o valor da confissão, na qual são perdoados nossos pecados, é mais robusto na fé e mais penitente.
7. Fazer mortificações
A mortificação é necessária porque ajuda a dominar os instintos humanos que tantas vezes arrastam ao pecado. Convém observar as ocasiões que se tem durante o dia para fazer alguma renúncia. Todo sacrifício suportado por amor de Deus durante o dia se transforma em salvação para muitas almas. O jejum é um meio simples e eficaz de por em prática este espírito de penitencia e renúncia por um bem maior. Por exemplo, livrar-se de um defeito ou um vício.
8. A caridade para com o nosso próximo
O verdadeiro amor ao próximo nos torna mais semelhante a Nosso Senhor Jesus Cristo. E o bom exemplo é o principal meio de praticá-lo.
9. Fazer pequenos atos de humildade
Toda pessoa tem tendência para a soberba, para exagerar as suas qualidades perante os outros. A humildade é a virtude que leva a pessoa a não se comparar com os outros e reconhecer, sem cobiça, os autênticos predicados daqueles que a rodeiam, tributando-lhes a atenção e as honras proporcionadas.
10. Exame de consciência diário
Através do exame de si próprio é possível o conhecimento daquilo que anima e dá contentamento na prática do bem, assim como o conhecimento dos defeitos e dos vícios que impelem à sensualidade, ao amor egoístico (mania de se considerar como centro das atenções). É importante terminar o exame de consciência com um pequeno ato de contrição pedindo a Deus o seu perdão e sua misericórdia pelas faltas que cometidas ao longo do dia.
Ato de Contrição
Ó meu Deus, eu vos agradeço todos os favores que me concedestes. Perdoai minhas infidelidades. Tende Piedade de Mim, sou pecador. Quero fazer todo o esforço de não mais pecar e amar-Vos com um fervor sempre crescente. Essa graça eu Vo-la peço por intermédio de Maria Santíssima, Vossa e nossa Mãe. Amém.
Fonte: Confraria dos Penitentes de S. João Batista
terça-feira, 21 de agosto de 2012
"A gratidão abre as comportas dos céus!"
Retiro: "A gratidão abre as comportas dos céus!"
7, 8 e 9 de SETEMBRO
É com grande alegria, que nós da Comunidade Tom de Amor, estamos realizando nosso segundo retiro!
Acontecerá nos dias 7, 8 e 9 de Setembro, na Obra Magnificat (Putim).
Com o tema “A GRATIDÃO ABRE OS CÉUS”, cremos que o Espírito Santo quer abrir o nosso entendimento para a ação de graças e nos dar um coração grato.
Serão momentos de muito louvor, adoração, formação, e principalmente, momentos para estarmos mais próximos do Pai e entender Sua vontade.
Você não pode perder!
Ligue e faça sua inscrição: (12) 3929-4872
ATENÇÃO: Vagas limitadas!
Que a paz de Nosso Senhor Jesus Cristo esteja com todos vocês!
Amados e amadas de Deus nesta semana queremos convidá-los a vitória através do louvor.
Sim, o louvor que liberta, que restaura nossas forças, que nos faz novos homens, novas mulheres.
Está triste? Louve. Está agustiado? Louve.
Faça esta experiência com fé e verá o quanto Deus proverá prodígios em sua vida.
Depois nos conte e dê seu testemunho ok.
Deus os abençoe.
Luis Carlos Bustamante Costa - Fundador
Amados e amadas de Deus nesta semana queremos convidá-los a vitória através do louvor.
Sim, o louvor que liberta, que restaura nossas forças, que nos faz novos homens, novas mulheres.
Está triste? Louve. Está agustiado? Louve.
Faça esta experiência com fé e verá o quanto Deus proverá prodígios em sua vida.
Depois nos conte e dê seu testemunho ok.
Deus os abençoe.
Luis Carlos Bustamante Costa - Fundador
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